Veja o resumo da noticia
- Cury registra lançamentos de R$ 1,18 bilhão no 4T25, impulsionados pelo programa Minha Casa, Minha Vida, com alta de 11,1% em relação a 2024.
- Vendas líquidas da Cury alcançam R$ 1,43 bilhão, refletindo um crescimento expressivo de 21,9% no comparativo anual.
- Preço médio de lançamento tem um recuo de 2,4%, chegando a R$ 336,4 mil, enquanto o preço médio da unidade vendida atinge R$ 314,8 mil.
- VSO desacelera para 39,3% no trimestre, com distratos representando 9,2% das vendas brutas, um aumento de 2,2 pontos percentuais.
- Lançamentos da Cury em 2025 somam R$ 7,54 bilhões, um aumento de 31,3%, com vendas líquidas de R$ 7 bilhões, alta de 27,1%.
- Produção de 16.789 unidades e 80 obras em andamento, estoque avaliado em R$ 2,4 bilhões e banco de terrenos de R$ 24,6 bilhões.
- Geração de caixa operacional anual da Cury apresenta um avanço significativo de 46,4%, totalizando R$ 683,3 milhões.

A incorporadora Cury registrou cinco projetos lançados no quarto trimestre de 2025, totalizando Valor Geral de Venda (VGV) de R$ 1,18 bilhão. O resultado representa alta de 11,1% ante o mesmo período de 2024. As vendas líquidas atingiram R$ 1,43 bilhão, um crescimento de 21,9% em 12 meses.
A empresa, especializada no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), registrou preço médio de lançamento de R$ 336,4 mil, um recuo de 2,4% em relação ao ano anterior. O preço médio da unidade vendida caiu 0,9%, para R$ 314,8 mil.
Velocidade de vendas desacelera no trimestre
A velocidade de venda, medida pelo índice Venda Sobre Oferta (VSO), foi de 39,3% no trimestre, uma queda de 4,4 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos últimos 12 meses, o VSO ficou em 76,3%, um recuo de 0,8 ponto.
Os distratos representaram 9,2% das vendas brutas, avanço de 2,2 pontos percentuais em um ano.
Resultados anuais superam R$ 7 bilhões
No acumulado de 2025, a Cury atingiu R$ 7,54 bilhões em lançamentos, alta de 31,3% sobre 2024. As vendas líquidas totalizaram R$ 7 bilhões, crescimento de 27,1%.
A empresa produziu 16.789 unidades em 2025, aumento de 19,8%, e terminou dezembro com 80 obras em andamento, ante 67 no ano anterior. O estoque ficou avaliado em R$ 2,4 bilhões em VGV, alta de 31,3%.
O banco de terrenos representa R$ 24,6 bilhões em VGV potencial: R$ 19 bilhões em São Paulo e R$ 5,6 bilhões no Rio de Janeiro. A geração de caixa operacional anual foi de R$ 683,3 milhões, um avanço de 46,4%.
*Com informações do Valor

