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No Largo do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, um casarão de 862 m² erguido no século 18 e tombado pelo Iphan ficou, segundo seu idealizador, “completamente em ruínas” antes de passar por uma restauração completa. Batizado de Casa da Ponte, o imóvel reabriu em 15 de setembro de 2026 como sede da Orquestra Afrosinfônica e de um núcleo de educação musical, projeto do maestro Ubiratan Marques em parceria com Gilberto Santiago.
“Estamos devolvendo ao patrimônio histórico… um casarão que estava completamente em ruínas”, disse Marques sobre a reforma.
O caso foi contado pelo Portal UMBU, em reportagem publicada em 14 de setembro de 2026, véspera da inauguração.
O que entrou na restauração
A obra recuperou elementos originais como esquadrias, forros e piso, além de refazer o telhado e modernizar as instalações elétricas e hidráulicas do prédio. Também foram feitas adaptações de acessibilidade. O financiamento veio do Nubank, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, gerida pelo Ministério da Cultura.
Uma casa de música no centro histórico
Além de sediar a Orquestra Afrosinfônica e o Núcleo Moderno de Música (NMM), a Casa da Ponte abriga a Sala Mateus Aleluia — espaço para ensaios, apresentações e gravações — e uma galeria de arte. A inauguração, em 15 de setembro, teve apresentação da própria orquestra.







