
O governo federal anunciou nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, a ampliação do programa de reforma de casas. A medida eleva a renda máxima para adesão de R$ 9,6 mil para R$ 13 mil, reduz os juros e aumenta o valor financiado. Para o setor imobiliário, a mudança amplia o alcance do crédito habitacional para melhorias residenciais.
Crédito habitacional para reforma
Atualmente, o programa atende famílias com renda de até R$ 9,6 mil. Agora, passará a incluir quem ganha até R$ 13 mil, igualando o teto ao da faixa 4 do Minha Casa, Minha Vida.
As taxas, hoje em 1,17% para quem ganha até R$ 3,2 mil e 1,95% para a faixa superior, serão unificadas em 0,99%. O valor máximo do financiamento subirá de R$ 30 mil para R$ 50 mil. O prazo de amortização passará de 60 meses para 72 meses.
Minha Casa, Minha Vida e fundo social
Para viabilizar as medidas, o governo confirmou aporte adicional de R$ 20 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal ao Minha Casa, Minha Vida. Segundo o ministro das Cidades, Vladimir Lima, o objetivo é garantir a contratação de um milhão de unidades habitacionais neste ano.
“Vamos aportar R$ 20 bilhões do fundo social, chegando no orçamento recorde R$ 200 bilhões”, disse o ministro.
Faixas de renda e financiamento imobiliário
Também foram apresentadas medidas já aprovadas no Minha Casa, Minha Vida. A Faixa 1 subiu de R$ 2.850 para R$ 3.200. A Faixa 2 passou de R$ 4.700 para R$ 5.000. A Faixa 3 foi de R$ 8.600 para R$ 9.600.
Na Faixa 4, voltada à compra da casa própria pela classe média, o limite subiu de R$ 12 mil para R$ 13 mil. Os investimentos priorizarão famílias da Faixa 3, com rendas entre R$ 5 mil e R$ 9,6 mil.
*Com informações de O Globo







