Veja o resumo da noticia
- Capital Concreto e Finamob lançam empreendimento residencial com foco em investidores, modelo similar a um 'IPO de prédio'.
- Investimento imobiliário fracionado permite adquirir frações de apartamentos para renda com aluguel na região da Consolação.
- Gestão profissional dos imóveis alugados garante a distribuição dos resultados aos proprietários, com rentabilidade de 1% ao mês.
- Modelo de Sociedade em Conta de Participação (SCP) e plataforma credenciada na CVM (Divfy) viabilizam a oferta primária.
- Estratégia busca atrair investidores que procuram diversificação com valores menores de entrada no mercado imobiliário.
- Foco na geração de renda com aluguel e gestão centralizada garantem porcentual dos rendimentos de todo o empreendimento.

A Capital Concreto e a Finamob lançam ainda em março um empreendimento residencial com unidades voltadas a investidores, com preço inicial de R$ 10 mil por metro quadrado, em um modelo que busca ampliar o acesso ao investimento imobiliário. A estratégia, noticiada pelo Estadão, é comparada a um “IPO de prédio”, ao permitir que compradores adquiram frações de apartamentos para obtenção de renda com aluguel. IPO, ou Oferta Pública Inicial, é quando uma empresa coloca ações na Bolsa de Valores para captar investimentos, permitindo a entrada de novos acionistas.
Modelo de investimento imobiliário fracionado
No projeto, que fica na Consolação, em São Paulo, os apartamentos são adquiridos por investidores e administrados de forma profissional após a entrega. A gestão inclui a operação das locações e a distribuição dos resultados aos proprietários. A expectativa de rentabilidade é de 1% ao mês.
O objetivo é permitir que investidores participem do mercado de locação residencial em regiões valorizadas sem precisar adquirir uma unidade inteira ou administrar diretamente o imóvel.
A proposta segue um modelo semelhante ao utilizado em alguns empreendimentos de locação profissional, nos quais as unidades são estruturadas para gerar renda recorrente.
Esse tipo de operação está prevista pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e usa um contrato de Sociedade em Conta de Participação (SCP), comum em projetos imobiliários e startups. A oferta primária deve ocorrer por meio de uma plataforma credenciada na CVM, como a Divfy.
Estratégia busca ampliar base de compradores
A incorporadora afirma que o formato permite ampliar o público de investidores. Com valores menores de entrada, o modelo busca atrair compradores que procuram diversificação de investimentos.
O empreendimento foi estruturado com foco na geração de renda com aluguel e com gestão centralizada das unidades. Isso significa que o proprietário não receberá uma parcela do aluguel de uma unidade, mas um porcentual dos rendimentos de todo o empreendimento.
*Com informações do Estadão







