Veja o resumo da noticia
- Vendas líquidas da Moura Dubeux crescem 34,1% no 4T25, atingindo R$ 698 milhões, impulsionadas pelo volume recorde de vendas anuais.
- Incorporadora anuncia possível oferta pública de ações de até R$ 500 milhões, após resultados positivos e crescimento expressivo.
- Lançamentos da Moura Dubeux no 4T25 dobram, totalizando R$ 988,4 milhões em VGV líquido, refletindo expansão das operações.
- VSO líquido da empresa tem leve recuo, mas mantém ritmo de vendas consistente, demonstrando a solidez da estratégia comercial.
- Oferta de ações visa fortalecer a estrutura de capital para novos investimentos e expansão, com prioridade para acionistas.

A Moura Dubeux (MDNE3) registrou vendas líquidas de R$ 698 milhões no quarto trimestre de 2025, crescimento de 34,1% em relação ao mesmo período de 2024, segundo relatório divulgado na terça-feira (13).
A incorporadora encerrou 2025 com volume recorde de R$ 3,5 bilhões em vendas, uma alta de 47% ante 2024. Diante dos resultados positivos, a empresa anunciou que avalia oferta pública de ações de até R$ 500 milhões.
Lançamentos dobram no 4T25
No quarto trimestre, a Moura Dubeux lançou três projetos com Valor Geral de Vendas (VGV) líquido de R$ 988,4 milhões, mais que o dobro dos R$ 460 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.
No acumulado de 2025, foram lançados 17 empreendimentos, totalizando VGV líquido de R$ 4,59 bilhões.
O índice de vendas sobre oferta (VSO) líquidas – que mede o ritmo de vendas – foi de 16,8% no último trimestre do ano passado, um recuo de 2,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2024.
Oferta de ações pode chegar a R$ 500 milhões
Em fato relevante enviado ao mercado, a incorporadora informou que considera fazer uma oferta pública de ações (OPA) com valor inicial de R$ 250 milhões, podendo ser acrescida em outros R$ 250 milhões.
A oferta seria destinada exclusivamente a investidores profissionais, com prioridade para quem já é acionista da empresa.
A captação de recursos visa fortalecer a estrutura de capital da companhia para fazer novos investimentos e expandir as operações.
*Com informações do Money Times

