Veja o resumo da noticia

  • Plano municipal visa a conversão progressiva das oitenta e três favelas em áreas urbanas formais.
  • A etapa inicial do programa começará em 2026, abrangendo seis comunidades com suporte técnico do BID.
  • As melhorias propostas incluem intervenções estruturais tanto no espaço público quanto no interior das moradias.
  • A iniciativa estrutura-se na união de urbanização, capacitação, desenvolvimento local e habitação.
  • Busca-se a plena inserção dos atuais territórios Zeis, melhorando serviços públicos essenciais.
  • O investimento totaliza cento e quarenta e seis milhões de dólares, com aporte principal do BID.
urbanização de favelas em Niterói
Cristhian Brezolin/iStock

Niterói (RJ) quer transformar, de forma gradual, as 83 favelas do município em bairros reconhecidos oficialmente. A primeira fase do programa Vida Nova no Morro começa no segundo semestre de 2026 e prevê intervenções em seis comunidades selecionadas com apoio técnico do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Primeira fase começa em seis comunidades

As primeiras áreas atendidas serão Vila Ipiranga, Boa Vista, Pau Ferro, Morro do Estado, Morro da Penha e Caniçal. Diferentemente de programas anteriores focados apenas no espaço público, a iniciativa também inclui melhorias dentro das casas.

A estrutura do programa combina urbanização integrada, fortalecimento comunitário, capacitação e desenvolvimento local com ações habitacionais. Entre as intervenções previstas estão instalação de banheiros, reboco e pintura, melhoria de ventilação e iluminação, combate à umidade e redução de riscos estruturais.

A prefeitura afirma que o objetivo é integrar plenamente esses territórios, hoje classificados como Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis), à cidade formal. A expectativa é ampliar o acesso a saneamento, drenagem, mobilidade, iluminação pública e segurança, além de dar mais previsibilidade à alocação de recursos públicos.

Projeto soma US$ 146,4 milhões em investimentos

O programa conta com US$ 117,1 milhões em financiamento do BID, com garantia da União, e cerca de US$ 29,3 milhões em contrapartida municipal, totalizando US$ 146,4 milhões. Na primeira etapa, 15 comunidades serão contempladas, com prazo de execução de até seis anos.

*Com informações de O Globo

Nathalia Costeira

Editora da newsletter

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.