Veja o resumo da notícia
- Os preços de locação em Florianópolis desaceleraram no primeiro semestre de 2026, com a valorização em 12 meses caindo de 8,4% para 3,55%.
- A oferta de imóveis anunciados na capital catarinense aumentou 32% em cinco meses, passando de 4.473 para 5.897 unidades.
- O indicador rental yield, que relaciona a renda anual do aluguel ao valor de venda do imóvel, atingiu 5,43% ao ano em junho.
- A Agronômica manteve-se como o bairro mais caro para alugar, com média de R$ 67,40 por metro quadrado.

Os preços de locação continuaram subindo em Florianópolis, mas em ritmo bem menor no primeiro semestre de 2026, destaca o NSC Total. A valorização acumulada em 12 meses passou de 8,4% em janeiro para 3,55% em junho. É uma desaceleração superior a 50%. O preço médio permaneceu acima de R$ 60 por metro quadrado, mantendo a capital catarinense entre os mercados de locação mais caros do país.
Oferta de imóveis aumenta 32%
A perda de velocidade ocorreu ao mesmo tempo em que cresceu o número de imóveis anunciados. A oferta avançou de 4.473 unidades em janeiro para 5.897 em junho, expansão próxima de 32% em cinco meses. O aumento da disponibilidade amplia as opções para os inquilinos e pode limitar reajustes, embora o patamar de preços continue elevado.
Retorno anual chega a 5,43%
O rental yield, indicador que relaciona a renda anual do aluguel ao valor de venda do imóvel, alcançou 5,43% ao ano em junho. O resultado supera os níveis próximos de 4% observados em anos anteriores e se mantém perto da média das 36 cidades acompanhadas pelo FipeZAP.
Agronômica lidera ranking de bairros
A Agronômica permaneceu como o bairro mais caro para alugar, com média de R$ 67,40 por metro quadrado. Centro, com R$ 63,60, e Trindade, com R$ 63,10, completaram as três primeiras posições.
O Saco dos Limões chegou a R$ 61,50 por metro quadrado e ultrapassou Córrego Grande (R$ 58,10) e Itacorubi (R$ 59,50). A Trindade também registrou a maior valorização em 12 meses, de 10,6%, seguida por Saco dos Limões, com 5,6%, Itacorubi, com 4,6%, e Ingleses do Rio Vermelho, com 3,8%.
*Com informações de NSC Total







