Veja o resumo da notícia
- As diárias de aluguel de temporada em Santos, Guarujá e São Vicente, no litoral de São Paulo, subiram até 166,66% nas férias de julho de 2026.
- Apartamentos de dois dormitórios nessas cidades tiveram a maior alta, com a diária passando de R$ 480 em 2025 para R$ 1.280 em 2026.
- No Litoral Sul (Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe), diárias em casas de dois dormitórios subiram 66,66%, de R$ 390 para R$ 650.
- Já apartamentos de um, dois e três dormitórios no Litoral Sul registraram quedas de até 20,82% nos valores das diárias.
- Fatores como desaceleração da inflação e busca por viagens em grupos familiares influenciam a demanda e os preços.

As diárias de aluguel de temporada tiveram forte alta nas férias de julho em Santos, Guarujá e São Vicente, no litoral de São Paulo. Segundo levantamento do Crecisp com 34 imobiliárias do litoral e do interior do estado, a diária de apartamentos de dois dormitórios passou de R$ 480 em 2025 para R$ 1.280 em 2026, alta de 166,66%, a maior variação apurada na região.
Outras tipologias também subiram
Nos apartamentos de um dormitório, a diária passou de R$ 387 para R$ 490, avanço de 26,61%. Nas unidades de três dormitórios, subiu de R$ 1.000 para R$ 1.400, alta de 40%.
Entre as casas, o maior aumento ocorreu nos imóveis de três quartos, de R$ 1.325 para R$ 1.800, alta de 35,84%. Já as casas de quatro dormitórios recuaram 18,96%, de R$ 2.900 para R$ 2.350.
Litoral Sul tem comportamento mais misto
Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe, no litoral Sul, aparecem como opções mais acessíveis para turistas que buscam economia. Nessa região, casas de dois dormitórios subiram 66,66%, de R$ 390 para R$ 650, e casas de quatro dormitórios chegaram a R$ 1.160 por diária. Por outro lado, os apartamentos ficaram mais baratos.
Apartamentos caem até 20% no Litoral Sul
No Litoral Sul, apartamentos de um dormitório recuaram 10,41%, de R$ 240 para R$ 215. Os de dois dormitórios caíram 18,12%, de R$ 458 para R$ 375, enquanto os de três dormitórios passaram de R$ 682 para R$ 540, queda de 20,82%. A combinação reforça a diferença de preço entre destinos mais centrais e alternativas de menor custo.
Orçamento familiar influencia a demanda
Na avaliação do Crecisp, fatores econômicos, sociais e comportamentais alteraram a dinâmica de preços em relação a 2025. O órgão cita desaceleração da inflação, maior seletividade das famílias, busca por viagens em grupos familiares, crescimento do turismo de experiência e procura por imóveis com melhor infraestrutura.
*Com informações de G1







