Veja o resumo da noticia

  • O Grupo OSPA, fundado em 2005, transformou-se de escritório de arquitetura em plataforma de desenvolvimento urbano.
  • A companhia projeta faturamento de R$ 20 milhões em 2026 e R$ 100 milhões até 2030, com atuação global.
  • Seu braço de estruturação de ativos imobiliários soma um pipeline de R$ 2,3 bilhões em nove empreendimentos.
  • A plataforma Place, uma ferramenta de inteligência territorial, ajuda a definir o potencial construtivo de terrenos.
  • A OSPA Capital usa inteligência artificial para conectar empreendimentos imobiliários a fundos e investidores.
OSPA mercado imobiliário
Divulgação

O Grupo OSPA transformou sua origem como escritório de arquitetura em uma plataforma de desenvolvimento urbano, relata reportagem da Exame. Fundada em 2005 por Lucas Obino, em Porto Alegre, a empresa hoje atua em arquitetura e urbanismo, inteligência territorial, mercado de capitais e formação acadêmica.

A companhia estima encerrar 2026 com receita de cerca de R$ 20 milhões e projeta alcançar R$ 100 milhões em faturamento até 2030. Também mantém base em São Paulo, presença operacional em Miami, mais de 70 funcionários permanentes e cerca de 60 professores ligados ao braço educacional.

Pipeline chega a R$ 2,3 bilhões

No braço de estruturação de ativos imobiliários, a OSPA soma um pipeline de R$ 2,3 bilhões em Valor Geral de Vendas, distribuído em nove empreendimentos. Os projetos estão espalhados por cinco cidades e têm previsão de lançamento até o fim da década.

A tese da empresa é atuar antes da obra, na fase de inteligência que define o potencial de um terreno, sua viabilidade econômica e o produto mais adequado para cada localização.

Dados ajudam a destravar terrenos

Uma das ferramentas criadas pelo grupo é a Place, plataforma de inteligência territorial que reúne regras urbanísticas, dados socioeconômicos e informações de mercado em um mapa interativo. Com ela, o usuário pode clicar em um terreno e visualizar seu potencial construtivo.

A tecnologia passou a atender tanto empresas privadas quanto prefeituras interessadas em planejamento urbano e transparência de informações. Para Obino, o problema do setor não está apenas no projeto arquitetônico, mas na assimetria de dados entre incorporadores, investidores e gestores.

OSPA Capital faz o match com IA

A frente mais recente é a OSPA Capital, plataforma que usa inteligência artificial para analisar empreendimentos e indicar quais fundos, gestoras ou family offices têm maior aderência a cada projeto. O sistema considera região, tipo de empreendimento, tamanho do VGV e momento de entrada do capital.

Segundo a empresa, a base reúne mais de 800 incorporadoras cadastradas, cerca de 600 investidores monitorados e mais de 300 operações intermediadas em uma década. A promessa é reduzir um processo que antes podia levar meses para uma conexão mais rápida entre capital e oportunidade.

*Com informações de Exame

Nathalia Costeira

Editora da newsletter

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.