Veja o resumo da notícia

  • Previsão de crescimento do crédito imobiliário em 2026, impulsionado por funding e custos de financiamento reduzidos.
  • Expansão das condições de aquisição e retomada de operações no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) pela Caixa.
  • Disponibilidade de recursos do FGTS e do Fundo Social do Pré-Sal para impulsionar os financiamentos da Caixa.
  • Retomada do financiamento de imóveis de alto valor e da contratação de múltiplos financiamentos.
  • Expectativa do Bradesco de um mercado de crédito imobiliário 10% a 15% maior em relação a 2025.
  • Tendência de baixa dos juros como fator favorável para o aumento do apetite por decisões de longo prazo.
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:Alison Calazans/iStock

O crédito imobiliário deve ganhar tração em 2026, com previsão de crescimento de 10% a 15% no mercado e possibilidade de recorde nas concessões, segundo executivos da Caixa Econômica Federal e do Bradesco. As avaliações positivas refletem aumento de funding, custos menores de financiamento e demanda sustentada por imóveis.

Crédito imobiliário e funding

A Caixa projeta o “melhor ano da história do crédito imobiliário” do banco e “possivelmente no país”, afirmou o diretor-executivo de habitação, Roberto Ceratto, em evento do Bradesco. Segundo ele, o avanço reflete medidas como ampliação das condições para aquisição de um segundo imóvel, elevação de teto de financiamento e retomada de operações no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O banco conta com R$ 144,5 bilhões do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), acima dos R$ 126,8 bilhões do ano passado, além de R$ 30 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal para os financiamentos. No Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), o orçamento subiu de R$ 64 bilhões para R$ 97 bilhões.

Financiamento imobiliário e juros

A Caixa também retomou o financiamento de imóveis acima de R$ 2,25 milhões e a contratação de mais de um financiamento com recursos da poupança. “Todas essas medidas que adotamos trouxeram um incremento bastante importante neste primeiro trimestre”, disse Ceratto.

No Bradesco, a projeção é de mercado “10% a 15% maior do que foi 2025”, segundo Romero Albuquerque. Para ele, a tendência de baixa dos juros favorece decisões de longo prazo. “Quando você tem uma tendência de baixa, que é o que acontece esse ano, independentemente da velocidade, as pessoas ficam com mais apetite para tomar uma decisão de longo prazo”, afirmou. Em março, o Banco Central anunciou o primeiro corte na taxa Selic, de 15% para 14,75% ao ano.

*Com informações de Exame e Metro Quadrado

Nathalia Costeira

Editora da newsletter

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.