Veja o resumo da noticia

  • Desempenho do mercado residencial de alto padrão em São Paulo no início de 2026.
  • Crescimento do VGV impulsionado pelo aumento do ticket médio das transações.
  • Distribuição geográfica do volume financeiro e ticket médio por regiões.
  • Destaque da Zona Sul em volume e da região Central nos imóveis mais caros.
  • Comportamento de bairros tradicionais e áreas em revitalização no segmento.
imóveis de alto padrão em São Paulo
Artush/iStock

O mercado residencial de alto padrão manteve tração em São Paulo no início de 2026, mesmo com um ambiente econômico ainda seletivo. Entre janeiro e março, os imóveis acima de R$ 2 milhões somaram R$ 5,37 bilhões em VGV, alta de 12% sobre o mesmo período de 2025, segundo levantamento da Pilar com base em dados de ITBI.

Ticket médio puxou boa parte do avanço

As 1.138 transações registradas no trimestre representaram crescimento de 3,4% em um ano, abaixo da expansão do valor movimentado. Isso mostra que parte relevante do resultado veio da valorização dos ativos: o ticket médio subiu 8,3% e chegou a R$ 4,72 milhões.

Zona Sul lidera, mas Centro segue com os imóveis mais caros

A Zona Sul concentrou o maior volume financeiro, com R$ 2,41 bilhões em VGV e alta de 20%. O número de negócios ficou estável em 484 vendas, mas o ticket médio avançou de R$ 4,15 milhões para R$ 4,99 milhões.

Já a região Central registrou os imóveis mais caros entre as áreas analisadas, com ticket médio de R$ 6,05 milhões e VGV de R$ 1,51 bilhão. Na Zona Oeste, o volume alcançou R$ 1,14 bilhão, com mais transações e leve recuo no tíquete médio, sugerindo maior giro em faixas intermediárias do alto padrão.

Bairros tradicionais e áreas em transformação dividem os holofotes

Vila Nova Conceição permaneceu como principal polo do segmento, com cerca de R$ 510 milhões em vendas e 79 transações no trimestre. Jardim América também seguiu entre os destaques, com 72 vendas e R$ 313,5 milhões em VGV. Ao mesmo tempo, Santa Cecília chamou atenção pelo avanço de 73,3% nas transações acima de R$ 2 milhões, sinal de que áreas em revitalização também começam a capturar demanda qualificada.

*Com informações de Veja

Nathalia Costeira

Editora da newsletter

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.