Veja o resumo da noticia

  • A inadimplência no aluguel residencial no Brasil caiu para 5,98% em agosto, interrompendo três meses de alta.
  • O recuo aproxima o indicador do nível de maio e permanece abaixo do pico histórico de 7% registrado em julho de 2024.
  • Especialistas sugerem que programas de renegociação de dívidas podem ter contribuído para a liberação de renda das famílias.
  • Todas as regiões do país registraram queda na inadimplência, reforçando o alívio observado no indicador nacional.
  • Minas Gerais manteve o maior índice entre os estados monitorados, enquanto Rio de Janeiro e Espírito Santo registraram os menores.
inadimplência no aluguel
JTKPHOTOz/iStock

A inadimplência no aluguel residencial caiu de 6,18% em julho para 5,98% em agosto no Brasil, destaca O Globo. O recuo interrompe três altas consecutivas entre maio e julho e aproxima o indicador do nível de maio, de 5,8%. O resultado também permanece abaixo do pico histórico de 7%, registrado em julho de 2024. Os dados são do Índice de Inadimplência de Aluguéis (IIA) da Loft, baseado em 500 mil contratos.

Alívio pode ter relação com menor endividamento

Para Fábio Takahashi, gerente de dados da Loft, a leitura de agosto indica uma possível acomodação em patamar mais controlado. Ele avalia que programas como o Desenrola 2.0 podem ter liberado renda das famílias para despesas como o aluguel. Ainda assim, considera cedo afirmar que existe uma tendência consolidada de queda.

Todas as regiões registram recuo

Norte, Nordeste e Centro-Oeste a inadimplência passou de 7,2% para 7%. No Sudeste, o índice caiu de 6,3% para 6,1%, enquanto o Sul recuou de 5,8% para 5,6%. A redução disseminada reforça o alívio observado no indicador nacional durante agosto.

Minas Gerais mantém maior índice monitorado

Entre os estados acompanhados, Minas Gerais permaneceu em 7,4%, o maior índice da amostra e o mesmo nível de julho. São Paulo recuou para 6%; Rio Grande do Sul, para 5,8%; e Santa Catarina, para 5,6%. O Paraná ficou em 5,3%. Rio de Janeiro, com 4,7%, e Espírito Santo, com 4,9%, continuaram entre os menores resultados do país.

*Com informações de O Globo

Nathalia Costeira

Editora da newsletter

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.