Veja o resumo da noticia
- A House Hunter iniciou operações no litoral catarinense com um modelo focado no comprador de imóveis.
- A consultoria busca ativos alinhados ao perfil de cada cliente, com previsão de intermediar R$ 40 milhões no primeiro ano.
- O serviço cobra 3% de comissão do comprador para pesquisar, analisar e negociar a aquisição do imóvel.
- A empresa utiliza inteligência artificial, sistemas de gestão de clientes e análise jurídica para a curadoria.
- A atuação inicial cobre Balneário Camboriú, Itapema e Itajaí, com planos de expansão para Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.

A House Hunter iniciou a operação no litoral catarinense com um modelo centrado em quem compra o imóvel, segundo reportagem do Pipeline/Valor. Em vez de trabalhar a partir de uma carteira captada com vendedores, a consultoria monta uma base de compradores e procura ativos alinhados ao perfil de cada cliente. A previsão é intermediar quase R$ 40 milhões no primeiro ano.
Remuneração busca alinhar interesses
Inspirado nos buyer’s agents dos Estados Unidos, o serviço cobra do comprador uma comissão de 3% para pesquisar, analisar e negociar a aquisição. O vendedor continua representado pelo próprio corretor.
Para o fundador Theo Girolamo, de 20 anos, a separação reduz o potencial conflito de interesses do modelo em que a comissão costuma ser paga por quem vende.
Curadoria combina sigilo e tecnologia
A jornada começa com o mapeamento do perfil e segue com seleção e conversas preliminares. A identidade do interessado permanece preservada até a visita a uma lista final de três a cinco imóveis.
Segundo a empresa, a curadoria utiliza inteligência artificial, sistemas de gestão de clientes e análise jurídica como apoio à decisão.
Expansão pode levar operação a três capitais
A atuação inicial cobre Balneário Camboriú, Itapema e Itajaí e mira compradores pessoas físicas, inclusive estrangeiros. A empresa também vê potencial em family offices, fundos imobiliários e investidores institucionais.
Depois de consolidar a operação regional, Girolamo pretende avançar para Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. A experiência familiar no setor ajudou a formular o negócio: o pai do fundador atua há 25 anos no mercado imobiliário da região.







