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Veja o resumo da notícia
- Apartamentos supercompactos de luxo ganham destaque em Goiânia, com mais de dez empreendimentos lançados desde 2025.
- As unidades, com cerca de 30 m², combinam plantas enxutas com áreas comuns e serviços de alto padrão.
- O metro quadrado varia de R$ 11,5 mil a R$ 11,8 mil, podendo custar aproximadamente R$ 354 mil por estúdio.
- Além de moradores, o produto atrai investidores interessados em locação tradicional ou de curta temporada.
- A localização e a qualidade do condomínio são cruciais, superando a metragem isolada na decisão de compra.

Os apartamentos supercompactos de luxo ganharam espaço rapidamente em Goiânia. Segundo a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), o primeiro projeto dessa categoria foi lançado na capital em 2025. Desde então, mais de dez empreendimentos chegaram ao mercado e, de modo geral, superaram 90% das unidades comercializadas, sinalizando demanda por plantas menores em endereços valorizados.
Metragem pequena, preço premium
As unidades ficam em torno de 30 m² e combinam plantas enxutas com áreas comuns, serviços e arquitetura de padrão elevado. O metro quadrado varia de R$ 11,5 mil a R$ 11,8 mil, conforme localização e estrutura do condomínio. Nesse intervalo, um estúdio de 30 m² pode custar cerca de R$ 350 mil. Próximo ao Shopping Flamboyant, um lançamento oferece plantas de 26 m² e 29 m².
Investidor amplia a demanda
Além de moradores que priorizam mobilidade e praticidade, o produto atrai compradores interessados em locação tradicional ou de curta temporada. Em um lançamento no Setor Marista, as unidades foram reservadas em 31 minutos, segundo informação da incorporadora à reportagem do G1 Goiás. A velocidade de venda ajuda a explicar a multiplicação dos projetos, mas não garante o mesmo desempenho para todos os imóveis.
Localização e condomínio pedem atenção
Nos supercompactos, a qualidade da planta e do entorno pesa mais do que a metragem isolada. Proximidade de comércio, trabalho, universidades e lazer sustenta o uso diário e a demanda de locação. Para o comprador, os principais pontos de análise são valor do condomínio, regras para hospedagem de curta duração, quantidade de unidades concorrentes no prédio e na região e capacidade de revenda. O luxo, nesse segmento, migra do tamanho para a experiência oferecida pelo edifício e pelo bairro.
*Com informações de G1 Goiás







