Veja o resumo da notícia
- Preços de imóveis residenciais subiram 5,49% em 56 cidades brasileiras nos 12 meses até agosto de 2026, superando a inflação.
- Manaus liderou a valorização entre as capitais com 11,42%, seguida por Salvador (10,84%) e Vitória (10,16%).
- Vitória combinou alta de dois dígitos com o maior preço por metro quadrado entre as capitais pesquisadas, atingindo R$ 15.650.
- Cidades regionais como Vila Velha (15,12%) e Jaboatão dos Guararapes (13,68%) registraram valorizações acima de 10%.
- No recorte mensal de agosto, Vitória (1,31%) e Brasília (1,28%) lideraram as altas, enquanto Curitiba (-0,25%) e Belo Horizonte (-0,08%) tiveram recuos.

Os preços anunciados de imóveis residenciais subiram nas 56 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZAP nos 12 meses encerrados em agosto de 2026. A alta média foi de 5,49%, acima dos 4,14% da inflação ao consumidor usada pelo levantamento noticiado pelo InfoMoney. O resultado nacional, porém, reúne mercados locais com velocidades muito distintas.
Manaus puxa o ranking das capitais
Entre as capitais, Manaus liderou com valorização de 11,42%. Salvador veio em seguida, com 10,84%, à frente de Vitória, com 10,16%, e Brasília, com 9,44%. Na outra ponta, Porto Alegre avançou 0,96%, Curitiba, 2,74%, e Belo Horizonte, 2,92%. São Paulo acumulou alta de 3,63%, abaixo da média nacional.
Preço alto não significa alta maior
O levantamento separa duas medidas que nem sempre caminham juntas. Manaus teve a maior valorização entre as capitais, mas preço médio de R$ 7.884 por metro quadrado. Vitória combinou alta de dois dígitos com o maior preço entre as capitais pesquisadas, de R$ 15.650 por metro quadrado. Florianópolis marcou R$ 13.531 e São Paulo, R$ 12.143, com valorizações anuais de 8,20% e 3,63%, respectivamente.
Cidades regionais avançam acima de 10%
Fora das capitais, Vila Velha registrou a maior alta citada, de 15,12%, e preço médio de R$ 11.446 por metro quadrado. Jaboatão dos Guararapes avançou 13,68%, para R$ 6.485 por metro quadrado. Campinas e São José dos Pinhais também tiveram ganhos de dois dígitos, de 11,18% e 10,97%.
Agosto traz correções pontuais
No recorte mensal, Vitória liderou as capitais com alta de 1,31%, seguida por Brasília, com 1,28%, e Aracaju, com 1,07%. Curitiba recuou 0,25%; Campo Grande e Belém caíram 0,19% cada; e Belo Horizonte cedeu 0,08%.
As baixas mensais não anulam a valorização acumulada em 12 meses e reforçam o peso de oferta, demanda e perfil de cada praça.
*Com informações de InfoMoney







