Veja o resumo da notícia
- O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) registrou queda de 0,22% em agosto de 2026, marcando a terceira variação mensal negativa consecutiva.
- No acumulado de 12 meses até agosto, o IGP-M apresentou alta de 2,16%, valor inferior aos 2,76% observados até julho.
- Esse percentual serve como referência para o reajuste de contratos de aluguel atrelados ao índice, com aniversário em setembro.
- A queda do índice em agosto foi influenciada principalmente pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que recuou 0,41% no período.
- Componentes como energia elétrica, tomate, batata-inglesa, passagem aérea e gasolina contribuíram para a redução do IPC.
- O IGP-M é composto pelo Índice de IPA (Preços ao Produtor Amplo), pelo IPC e pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).

O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) caiu 0,22% em agosto de 2026 e registrou a terceira variação mensal negativa consecutiva. O indicador havia recuado 0,50% em junho e 1,16% em julho. Em agosto de 2025, a taxa foi positiva em 0,36%. A nova leitura reforça a desaceleração recente do índice, embora o acumulado em 12 meses permaneça positivo.
Reajuste anual fica em 2,16%
Nos 12 meses até agosto, o IGP-M acumulou alta de 2,16%, abaixo dos 2,76% registrados até julho e dos 3,03% observados no mesmo período do ano anterior.
Esse percentual serve de referência para reajuste de contratos de aluguel atrelados ao índice com aniversário em setembro. Um aluguel de R$ 1.500, por exemplo, teria acréscimo de R$ 32,40 e passaria a R$ 1.532,40, se o reajuste integral for aplicado.
Preços ao consumidor ajudam a explicar o recuo
A queda de agosto teve contribuição do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que recuou 0,41%, após baixa de 0,01% em julho. Energia elétrica, tomate, batata-inglesa, passagem aérea e gasolina aprofundaram a queda, segundo o economista André Braz, do FGV Ibre, responsável pelo indicados.
O IGP-M combina três componentes: o IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) responde por 60% do cálculo, o IPC por 30% e o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) pelos 10% restantes.
*Com informações de UOL







