Veja o resumo da notícia
- O preço médio de escritórios de alto padrão em São Paulo subiu 18,5% no 1º semestre de 2026, atingindo US$ 24,76/m².
- A vacância na capital paulista caiu para 14,3%, o menor nível desde 2012, mesmo com novas entregas de imóveis.
- São Paulo lidera a absorção líquida na América Latina, com 165.957 m² no semestre, e é o 2º maior mercado regional.
- O Rio de Janeiro teve absorção líquida de 36.107 m², mas a vacância ainda é alta, em 23,5%.

O preço médio pedido por escritórios de alto padrão em São Paulo avançou 18,5% no primeiro semestre de 2026. A locação chegou a US$ 24,76 por m² ao mês, maior alta entre dez mercados latino-americanos analisados pela Newmark Research. Ao mesmo tempo, a vacância caiu 3,9 pontos percentuais em 12 meses, para 14,3%, o menor nível desde 2012, noticia a Forbes.
Demanda absorve novas entregas
A redução da disponibilidade ocorreu mesmo com a entrega de 53 mil m² de novos escritórios. A absorção líquida somou 165.957 m² no semestre. São Paulo lidera esse indicador na região desde 2023 e alcançou pico anual próximo de 365 mil m² em 2025. A procura se concentra em endereços como Faria Lima, Avenida Presidente Juscelino Kubitschek e Itaim Bibi.
Capital é o segundo maior mercado regional
Com 5,9 milhões de m² de estoque Classe A, São Paulo fica atrás apenas da Cidade do México na América Latina. No conjunto das dez cidades, a Newmark monitorou 27,2 milhões de m² de escritórios Classes AAA, AA e A. A vacância média regional ficou em 15,5%, a absorção líquida chegou a 418 mil m² e o preço médio pedido foi de US$ 21,77 por m² ao mês.
Rio melhora, mas ainda tem oferta ampla
O Rio de Janeiro registrou absorção líquida de 36.107 m², mais que o dobro do primeiro semestre de 2025. Ainda assim, a vacância ficou em 23,5%, segunda maior entre os mercados pesquisados. O aluguel subiu 9,2%, para US$ 15,46 por m² ao mês, o menor preço do levantamento. Juntas, São Paulo e Rio responderam por cerca de 48% da absorção líquida regional no semestre.
*Com informações de Exame







