Veja o resumo da noticia
- One projeta R$ 2,3 a R$ 2,5 bilhões em VGV até 2026, focando em apartamentos compactos e bem localizados.
- Empresa converte prédios antigos em residenciais e reconstrói para suprir escassez de terrenos em áreas nobres.
- Estratégia de controle de custos em terrenos e construção visa manter acessibilidade dos imóveis compactos.
- Monitoramento de custos de insumos, conflitos globais e Plano Diretor de São Paulo afetam operações.
- Apesar de incertezas, a incorporadora One afirma possuir fôlego financeiro para sustentar planos de expansão.

A incorporadora One projeta alcançar entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,5 bilhões em valor geral de vendas (VGV) em 2026, segundo reportagem da Bloomberg Línea. A empresa, que tem o fundo soberano de Singapura GIC entre os acionistas, mantém o foco em apartamentos compactos e bem localizados. A aposta é em unidades compactas, na faixa de R$ 450 mil a R$ 500 mil. A lógica é controlar custo de terreno e construção para preservar a acessibilidade do produto final.
Conversão de edifícios antigos amplia oferta em áreas nobres
Para enfrentar a escassez de terrenos em bairros privilegiados de São Paulo, a companhia tem apostado na conversão de prédios antigos, inclusive comerciais, para uso residencial. Quando o reaproveitamento não compensa, a estratégia passa pela demolição e reconstrução com maior potencial construtivo. Segundo a empresa, esse caminho permite manter presença em regiões consolidadas da cidade mesmo com a restrição de novas áreas disponíveis.
Custos, guerra e Plano Diretor entram no radar
A companhia começou o ano com perspectiva positiva, mas passou a monitorar impactos de fatores externos sobre insumos e custos, como a alta das commodities, como o petróleo, em meio ao conflito no Irã. Também acompanha com atenção os questionamentos ao Plano Diretor de São Paulo, que chegou a travar a emissão de alvarás na capital paulista. A legislação é vista pela empresa como peça-chave para ampliar oferta e viabilizar moradia em áreas centrais. Apesar das incertezas no cenário local e global, a One afirma ter fôlego financeiro para sustentar os planos de expansão.
*Com informações da Bloomberg Línea







