Veja o resumo da noticia
- Mudanças no Minha Casa, Minha Vida em 2026 restringem subsídios para famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 5 mil.
- Novas regras do MCMV, formalizadas por resoluções, priorizam famílias de baixa renda com ampliação do desconto.
- Compradores com renda acima de R$ 4 mil foram surpreendidos pela exclusão do subsídio na contratação.
- Ajuste no programa ocorre devido ao limite orçamentário, focando recursos em famílias de baixa renda.

Famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 5 mil deixaram de acessar o subsídio do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) em 2026, após mudanças aprovadas no fim de 2025 pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). A medida entrou em vigor em 1º de janeiro e afeta a etapa de contratação com a Caixa Econômica Federal, principal financiadora imobiliária do país.
Segundo reportagem do Valor Investe, alguns compradores só descobriram a exclusão no momento de assinar o contrato. O subsídio é um auxílio financeiro usado normalmente para reduzir o valor de entrada do imóvel.
Minha Casa Minha Vida e subsídio habitacional
As novas regras foram formalizadas pelas resoluções CCFGTS nº 1.132 e nº 1.138. De acordo com o governo, as medidas fortalecem o programa e ampliam o subsídio para famílias de renda mais baixa.
Na prática, porém, a mudança deixou de contemplar parte da faixa 2. Antes, esse grupo alcançava renda de até R$ 4,7 mil – valor que foi reajustado para R$ 5 mil em março. A medida limitou o auxílio à renda de R$ 4 mil.
Em alguns casos, a mudança surpreendeu compradores na fase final da contratação, que foram às redes sociais criticar.
O ajuste ocorre em meio ao limite orçamentário do programa. Segundo o Ministério das Cidades, a prioridade é concentrar os recursos no público de baixa renda, com ampliação do desconto nas primeiras faixas.
*Com informações de Valor Investe







