Siga o Portas no Google

Veja nossas notícias com mais destaque nas suas buscas.

Adicionar

Siga o Portas no Google

Veja nossas notícias com mais destaque nas suas buscas.

Adicionar

Veja o resumo da notícia

  • O envelhecimento do parque imobiliário brasileiro impulsiona a demanda por financiamentos para condomínios.
  • Obras de manutenção, modernização e sustentabilidade exigem desembolsos que superam as cotas extras.
  • A Wind Capital oferece Cédulas de Crédito Bancário para obras, com financiamentos de até 84 meses.
  • Projetos estruturais e retrofits frequentemente ultrapassam R$ 1 milhão, atendendo mais de 1,2 mil condomínios.
  • Prédios novos também demandam crédito para adaptação a exigências de energia solar e veículos elétricos.
  • O financiamento se torna uma ferramenta de gestão para síndicos, permitindo antecipar obras e evitar custos maiores.
  • A contratação exige análise financeira, aprovação em assembleia e documentação contábil e jurídica do condomínio.
  • A requalificação de edifícios existentes tende a se tornar parte relevante da valorização patrimonial.
crédito para condomínios
Kaspars Volonts/iStock

O envelhecimento do parque imobiliário brasileiro está abrindo espaço para uma vertical específica de crédito: financiamentos para condomínios. Obras obrigatórias de manutenção, modernização elétrica, impermeabilização, troca de elevadores, adequações regulatórias e projetos de sustentabilidade passaram a exigir desembolsos que muitas assembleias não conseguem aprovar apenas com cotas extras. A alternativa é transformar gastos extraordinários em parcelas de longo prazo.

CCB financia obras de maior porte

A Wind Capital opera nesse nicho por meio de Cédulas de Crédito Bancário, com financiamentos que podem chegar a 84 meses. Segundo Ricardo Chalfin, fundador da empresa, disse ao InfoMoney, as operações começam em torno de R$ 100 mil, mas projetos estruturais, retrofits e modernizações frequentemente ultrapassam R$ 1 milhão. A companhia afirma já ter atendido mais de 1,2 mil condomínios e financiado cerca de 780 obras no país.

Tecnologia e sustentabilidade ampliam a demanda

A necessidade de crédito não se limita a edifícios antigos. Prédios novos também precisam adaptar infraestrutura a novas exigências, como energia solar, eficiência energética e carregadores para veículos elétricos. Neste caso, o investimento vai além dos equipamentos: é preciso reforçar a rede elétrica do edifício para garantir segurança. Outro vetor é a digitalização de portarias, que pode exigir investimento inicial relevante e pagamento de verbas rescisórias.

Crédito vira instrumento de planejamento

Para síndicos e administradoras, o financiamento passa a ser ferramenta de gestão, não apenas solução emergencial. Antecipar obras pode evitar que inflação de materiais e mão de obra encareça ainda mais intervenções adiadas por anos.

A contratação, no entanto, exige análise financeira do condomínio, aprovação em assembleia e documentação contábil e jurídica. O avanço do retrofit em capitais como São Paulo e Rio reforça a tese: preservar e requalificar edifícios existentes tende a se tornar parte relevante da valorização patrimonial.

*Com informações de InfoMoney

Nathalia Costeira

Editora da newsletter

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.