Veja o resumo da noticia

  • A carteira de crédito habitacional da Caixa alcançou R$ 1 trilhão em junho, impulsionada pelo Minha Casa, Minha Vida.
  • O volume representa um crescimento de 14% em 12 meses, com R$ 64,2 bilhões originados apenas no primeiro trimestre de 2026.
  • Em 2025, o banco registrou R$ 246,4 bilhões em contratações, financiando mais de 873 mil imóveis, sendo 659,2 mil via MCMV.
  • O presidente da Caixa atribui o resultado ao crescimento salarial, políticas públicas e subsídios para o custo do crédito.
  • Apesar da liderança, a Caixa enfrenta pressão pela estagnação da poupança, que perdeu atratividade para a renda fixa.
  • Para manter o financiamento, a Caixa combina instrumentos como LCI, mercado de capitais e captação internacional.
crédito imobiliário Caixa
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A carteira de crédito habitacional da Caixa Econômica Federal alcançou R$ 1 trilhão em junho, com participação majoritária do Minha Casa, Minha Vida. Segundo o banco, 58,4% desse volume está ligado ao programa habitacional.

O marco representa crescimento de 14% em 12 meses. Apenas no primeiro trimestre de 2026, a Caixa originou R$ 64,2 bilhões em crédito imobiliário, reforçando seu papel como principal financiadora do setor.

Contratações seguem em ritmo elevado

Em 2025, a carteira de crédito habitacional do banco registrou R$ 246,4 bilhões em contratações e mais de 873 mil imóveis financiados. Desse total, 659,2 mil unidades foram financiadas por meio do Minha Casa, Minha Vida.

Para o presidente da Caixa, Carlos Vieira, citado pela CNN Brasil, o resultado combina crescimento da massa salarial, política pública e uso de subsídios para manter o custo do crédito habitacional abaixo da Selic.

Poupança estagnada pressiona o funding

A instituição representa 68% das operações de crédito imobiliário, mas opera em um cenário de menor atratividade da poupança. Com juros elevados, a caderneta perdeu espaço para produtos de renda fixa, reduzindo a formação de depósitos que tradicionalmente financiam o setor.

Para preservar a capacidade de financiamento, a Caixa afirma combinar instrumentos como LCI, mercado de capitais e captação internacional. A estratégia tenta compensar a estagnação da poupança e manter a oferta de crédito habitacional em escala.

*Com informações de CNN Brasil

Nathalia Costeira

Editora da newsletter

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.

Editora da newsletter do Portas e coordenadora de relações públicas da Loft. Jornalista especializada em Comunicação Organizacional e Relações Públicas, atua há mais de dez anos em Comunicação Corporativa, tendo passagens por agências de comunicação, como Máquina Cohn & Wolfe, e empresas, como Grupo Carrefour Brasil, Grupo Pão de Açúcar e Marisa. Anteriormente, atuou como repórter no Sistema A Tribuna de Comunicação, que reúne os jornais A Tribuna de Santos e Expresso Popular, o portal G1 Santos e Região e a TV Tribuna, afiliada da TV Globo.