Veja o resumo da notícia
- Balneário Camboriú lançou o programa Morar BC, que prevê até 8 mil unidades habitacionais entre 2027 e 2032.
- A iniciativa visa ampliar a oferta de moradia para famílias de baixa e média renda, incluindo trabalhadores da cidade.
- O cronograma de entrega das unidades está dividido em três fases, combinando políticas habitacionais e planejamento urbano.
- O público prioritário será segmentado em cinco faixas de renda familiar, de até R$ 3,2 mil a R$ 18 mil.
- A seleção considerará renda, tempo de residência e atividade profissional, além de grupos como mulheres chefes de família.
- O projeto de lei será enviado ao Legislativo nas próximas semanas para aprovação e definição de critérios detalhados.

Balneário Camboriú apresentou o Morar BC, programa que prevê até 8 mil unidades habitacionais entre 2027 e 2032. A iniciativa busca ampliar a oferta de moradia para famílias de baixa e média renda, além de permitir que trabalhadores hoje residentes em cidades vizinhas se fixem no município. O plano foi detalhado em audiência pública na Câmara em 3 de setembro.
Cronograma distribui unidades em três etapas
A primeira fase prevê 2 mil unidades em 2027 e 2028. Outras 3 mil estão prevista para 2029 e 2030, e as 3 mil restantes, entre 2031 e 2032. O desenho combina política habitacional, planejamento urbano, mobilidade, infraestrutura e investimentos públicos e privados por meio de uma Operação Urbana Consorciada.
Cinco faixas de renda ampliam o público
O público prioritário será dividido em faixas de renda familiar de até R$ 3,2 mil, R$ 5 mil, R$ 9,6 mil, R$ 13 mil e R$ 18 mil. A seleção deve considerar renda, tempo de residência e período de atividade profissional na cidade. Também estão entre as prioridades pessoas que trabalham em Balneário Camboriú e moram fora, moradores de áreas de risco, mulheres chefes de família e idosos.
Programa ainda depende de aprovação
A prefeitura pretende enviar o projeto de lei ao Legislativo nas próximas semanas. Regulamento deve definir critérios detalhados de elegibilidade e classificação. As 8 mil unidades representam a meta da proposta em construção. A iniciativa responde à forte valorização imobiliária local e aos deslocamentos diários de quem trabalha na cidade, mas não consegue arcar com seus custos de habitação.
*Com informações de NSC Total







