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Veja o resumo da notícia
- Brasileiros de alta renda demonstram crescente interesse por imóveis no Uruguai, especialmente em Punta del Este.
- A compra de imóveis no país vizinho serve como segunda residência, ativo para locação e diversificação de patrimônio.
- Projetos imobiliários combinam residências de alto padrão com serviços de hotelaria, gastronomia e bem-estar.
- O estoque de capital brasileiro no Uruguai cresceu 78% entre 2019 e 2024, atingindo mais de US$ 4,4 bilhões.
- Estabilidade institucional e segurança jurídica são atrativos, mas benefícios fiscais exigem orientação especializada.
- A análise de compra deve considerar preço, impostos, despesas, manutenção, sazonalidade e liquidez do imóvel.

Brasileiros de alta renda ampliaram o interesse por imóveis de luxo no Uruguai, sobretudo em Punta del Este e seus arredores, mostra reportagem da NSC Total. A compra pode cumprir mais de uma função: segunda residência, ativo para locação em períodos de maior procura e diversificação de patrimônio fora do Brasil. A proximidade geográfica, a conectividade regional e a oferta de serviços ajudam a manter o destino acessível para famílias do Sul e de São Paulo.
Projetos de imóveis de luxo no Uruguai unem residência e hotelaria
O portfólio apresentado ao público brasileiro reúne empreendimentos como Cipriani Residences Punta del Este, Fasano Punta del Este, SLS Punta del Este e Agreste. As propostas combinam residências de alto padrão, hospitalidade, gastronomia, bem-estar e gestão profissional. Segundo a Coelho da Fonseca, que comercializa esses projetos, os valores partem de cerca de US$ 300 mil e podem alcançar US$ 10 milhões, conforme localização, metragem e serviços.
Capital brasileiro já tem presença relevante
O interesse imobiliário acompanha uma relação econômica mais ampla. Dados da agência oficial Uruguay XXI mostram que o estoque de capital brasileiro no país avançou de aproximadamente US$ 2,5 bilhões em 2019 para mais de US$ 4,4 bilhões em 2024, crescimento de 78%. Há mais de 100 empresas brasileiras em operação no Uruguai, e o Brasil lidera desde 2024 as consultas de investimento recebidas pela agência.
*Com informações de NSC Total







