Veja o resumo da notícia
- O Airbnb iniciou a remoção de 773 anúncios ativos e 852 inativos de Habitação de Interesse Social (HIS) e Habitação de Mercado Popular (HMP) em São Paulo.
- A medida é baseada em dados compartilhados pela Prefeitura de São Paulo, que solicitou a retirada dos anúncios sob pena de sanções.
- A empresa afirmou que apoia a destinação dessas unidades às famílias que precisam e seguirá colaborando com as regras habitacionais do município.
- Hóspedes afetados receberão comunicação e suporte, e anfitriões podem contatar órgãos municipais para revisão da classificação de seus imóveis.

O Airbnb iniciou, na segunda-feira (3), a remoção de anúncios ligados a unidades de Habitação de Interesse Social (HIS) e Habitação de Mercado Popular (HMP) em São Paulo. A medida afeta 773 acomodações ativas e 852 que já estavam inativas.
A empresa informou que o processo usa dados compartilhados pela Prefeitura de São Paulo e continuará conforme novas informações oficiais forem enviadas.
- Leia também: Airbnb em São Paulo: o que muda para anfitriões e hóspedes com a remoção dos imóveis HIS e HMP
Imóveis HIS e HMP serão retirados da plataforma
“O Airbnb apoia que unidades HIS e HMP sejam destinadas às famílias que precisam delas e seguirá colaborando com a Prefeitura de São Paulo no cumprimento das regras da política habitacional do município”, afirmou a companhia.
Em maio, a Prefeitura enviou ofícios ao Airbnb, Booking e QuintoAndar. O município solicitou a retirada de anúncios de moradias populares, sob pena de sanções às plataformas.
A medida ocorreu após acusações de que imóveis destinados à habitação popular estavam sendo usados por investidores para locação por temporada. O tema foi alvo de uma CPI na Câmara dos Vereadores de São Paulo.
Prefeitura orienta revisão da classificação dos imóveis
Segundo o Airbnb, hóspedes afetados receberão comunicação e suporte para reservar outra acomodação.
“Caso o anfitrião entenda que houve um equívoco na classificação do seu imóvel, deverá entrar em contato com os órgãos competentes municipais para solicitar esclarecimentos e, se for o caso, a correção das informações, uma vez que revisões ou alterações dessa classificação dependem das informações constantes nos registros oficiais do Município”, afirmou a empresa.
O Airbnb também declarou que seus contratos exigem o cumprimento das leis, normas e regulamentos aplicáveis aos imóveis anunciados.
*Com informações do Estadão







